Adam Driver está de regresso ao Sci-Fi na pele de Mills em ‘65’. A premissa de ‘65’
é bastante rudimentar e pouco ou nada inovadora, após uma trágica queda e consequente
colisão da sua nave Mills percebe
que além dele próprio resta apenas mais um sobrevivente do catastrófico acidente,
uma adolescente chamada Koa. Ainda afectado
pela morte da sua jovem filha anos antes Mills
sente-se de algum modo responsável pela sobrevivência de Koa e apesar da problemática dificuldade de comunicação Mills encarna o papel de tutor num
planeta repleto de ameaças intimidantes. Nesta verdadeira luta pela sobrevivência
Mills acaba por descobrir que este
planeta é na verdade a Terra na sua
versão de há 65 milhões de anos atrás.
‘65’ Tem de facto um argumento banal
com uma narrativa bastante saturada, uma espécie de mistura entre ‘Passengers’ e ‘Jurassic World’ (curiosamente ambos protagonizados por Chris Pratt), mas com um orçamento
muito mais limitado, todavia não sendo um filme de excelência acaba por ter
interessantes sequências de acção aprimoradas por efeitos visuais satisfatórios
e com um Adam Driver num papel
discreto mas com uma postura simultaneamente sóbria e amargurada.
6/10
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