Voltamos às séries de animação para analisar uma série que estranhamente não teve a publicidade que merecia, falo de ‘Splinter Cell: Deathwatch’. O franchise de videojogos ‘Splinter Cell’ dispensa apresentações todavia não me parece que a série seja exclusiva para os aficionados da franquia, o mais leigo dos espectadores está perfeitamente apto para compreender a história de ‘Splinter Cell: Deathwatch’. Essa mesma história centra-se na parceria na novata Zinnia McKenna e o protagonista do já referido franchise Sam Fisher (ele que está agora retirado), os dois tentam evitar um conspiração global planeada pela família Shetland, mais concretamente por Diana e Charlie Shetland, filhos do falecido Douglas Shetland através da sua companhia de fachada Displace International tendo como objectivo final destruir o fornecimento de energia ao continente europeu. ‘Splinter Cell: Deathwatch’ é uma animação direcionada para adultos que encaixa muito bem na categoria de thriller de espionagem e que se vale do excelente equilíbrio entre acção e suspense, pelo ambiente sempre pesado e tenso onde os óculos de visão nocturna que se tornaram icónicos no final de ‘Silence of The Lambs’ mas que ganharam enorme popularidade precisamente na franquia ‘Splinter Cell’ têm um papel determinante, e pelos personagens muito bem escritos para cativar a audiência. Para os mais fanáticos fica a informação que a história de ‘Splinter Cell: Deathwatch’ passa-se doze anos depois do videojogo ‘Splinter Cell: Blacklist’.
7.5/10

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