Saiu no final do mês passado e marca o regresso do mais “cavernoso” quarteto Norueguês, falo de ‘Death By Default’, o álbum numero cinco para os vikings Goat The Head. Três anos depois de ‘Et lokalsamfunn I Sorg’ e cinco depois de ‘Strictly Physical’ (o ultimo que ouvi), os Goat The Head abandonam claramente uma fase mais experimental para voltarem à sua zona de conforto. Com seis temas e apenas 25 minutos de duração ‘Death By Default’ mostra-nos uns Goat The Head apostados em despejar o seu Death Metal agressivo, sujo e cru com pontos de contacto óbvios com o Death Metal Sueco dos anos 90 ou não tivesse a mistura do álbum ficado à responsabilidade do icónico Tomas Skogsberg (ele que produziu alguns dos mais emblemáticos álbuns de Entombed e Dismember no conhecido estúdio Sunlight Studios). ‘Death By Default’ acaba por ser um álbum consistente e intenso apesar de curto contudo também têm pontos fracos sendo que o principal eu diria que é a sua carência de risco e imaginação pois apesar da fase mais experimental da banda não ter corrido da melhor forma acho que não era caso para uma radicalização quase para o polo oposto. Ou seja, se pela perspetiva técnica ‘Death By Default’ é um álbum sólido no que à originalidade diz respeito deixa muito a desejar, a excepção talvez seja um riff bem ao estilo dos Deathspell Omega na faixa ‘Infernal Expulsion’. Uma ultima nota de destaque para os temas ‘Marok's Lot’, ‘Hungarian Finger’, os mais impactantes de ‘Death By Default’.
7/10




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